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O Problema do Pensamento Chinês no Brasil


Atualmente, o Brasil considera a China um parceiro ideal. As conquistas econômicas dos chineses inspiram os brasileiros. O modelo político e social chinês é olhado com admiração. Contudo, os brasileiros também são preconceituosos. Não compreendem a cultura chinesa. Não entendem seus hábitos. Não conhecem suas filosofias, e ignoram o conceito de uma história milenar.

Os brasileiros, portanto, tem um desafio pela frente. Se quiserem a China como parceira no futuro, precisam compreender suas formas de pensar. Por outro lado, os brasileiros têm grandes dificuldades em absorver aquilo que não vem da Europa ou dos Estados Unidos. A sociedade brasileira costuma ser receptiva com os estrangeiros; mas, ao mesmo tempo, ela é muito receosa com novidades culturais. Essa questão se aplica ao caso chinês. Os brasileiros alternam entre a admiração e o repúdio, a curiosidade e o medo. Quais as razões desse comportamento? E como o estudo da filosofia chinesa poderia ajudar a resolver esse problema? É o que veremos a seguir, em nosso texto.

O problema

No seu livro ‘Diálogo das Culturas’ (2008), o sinólogo francês François Jullien propôs que qualquer entendimento entre sociedades diferentes necessita de estratégias. Essas estratégias se baseiam em encontrar formas de diálogo entre culturas. Uma forma bastante eficaz é o diálogo filosófico. O encontro da filosofia chinesa com as filosofias européias criou um ambiente rico de trocas. Ao conhecer os conceitos intelectuais do outro, conhecemos melhor, também, sua cultura e sociedade. Embora esse fenômeno seja recente na história mundial, os europeus conseguiram adquirir um conhecimento sólido e rico sobre a China. Do mesmo modo, a China aprendeu o marxismo, e o utilizou para reformar seu sistema político moderno.

O Brasil, porém, não possui uma tradição sinológica. Poucos estudiosos brasileiros se dedicaram a estudar a China. Há uma carência absoluta de sinólogos e de professores de chinês no Brasil. Durante séculos, o Brasil esteve preocupado em abastecer a Europa e os Estados Unidos de produtos agrícolas. Em troca, os pensadores brasileiros buscaram se transformar em intelectuais eurocêntricos, ignorando o restante do mundo asiático e africano.  A realidade atual do mundo, porém, mudou essa configuração política e cultural. O crescimento da Ásia despertou o restante do mundo. É preciso conhecer o pensamento de China, Índia e Japão. Aqui, o tema central é a dificuldade brasileira em aceitar essa mudança. A China provoca fascínio; mas muitos brasileiros temem perder sua identidade cultural devido às influências não-européias. Os intelectuais brasileiros possuem um grande receio de admitir que suas capacidades filosóficas sejam limitadas, pois se restringem ao estudo das filosofias européias. Durante anos, o pensamento europeu era a saída para explicar o mundo. No entanto, hoje, a Europa está em crise. A ascensão da Ásia mudou esse panorama. Agora que as filosofias européias têm dificuldades em explicar essa falência Ocidental, os pensadores brasileiros também se sentem desamparados. Como reagir ao crescimento asiático?

Aprender mais sobre o pensamento chinês seria uma boa solução para compreender a China. Contudo, isso implica em conhecer um mundo cultural inteiramente novo – e esse é um receio forte entre os brasileiros. O medo do desconhecido atinge, diretamente, o conhecimento das filosofias chinesas. Quais são os problemas que o pensamento chinês enfrenta, assim, para alcançar a mentalidade brasileira?

São filosofias?

Os professores brasileiros têm grandes dificuldades em aceitar o pensamento chinês como uma forma de filosofia. A primeira razão dessa postura é o quase total desconhecimento do pensamento filosófico chinês. Atualmente, só existem três manuais sobre pensamento chinês publicados no Brasil (Granet, 1997; Cheng, 2009 e Bueno, 2010). A academia brasileira não tem cursos regulares de história asiática. O despreparo para lidar com a cultura chinesa, de forma séria e científica, é total.

Esse problema é completado pela postura eurocêntrica dos pesquisadores brasileiros, que se recusam a estudar aquilo que não seja brasileiro ou europeu. São raros os estudiosos que estudam África, embora o número esteja crescendo. O número de pesquisadores sobre história e filosofia asiática é menor ainda. Os poucos pesquisadores são desestimulados pela ausência de trabalho nas universidades, que não oferecem abertura para a criação de uma área de estudos asiáticos. Muitos desses pesquisadores entendem que o pensamento asiático pode concorrer em prestígio e importância com os pensamentos europeus. Essa postura favorece um forte preconceito acadêmico contra o estudo do pensamento asiático.

Um exemplo: ainda hoje, muitos pesquisadores brasileiros se referem vagamente às filosofias asiáticas como se fossem ‘pensamento oriental’. Não há preocupação em diferenciar Árabes, Indianos e Chineses. Seriam todos ‘iguais’ – ou, no mínimo, são agrupados sob uma rubrica que os homogeniza de forma displicente. 

Essa ignorância absurda afasta o interesse dos alunos pelas filosofias asiáticas. No caso da China, as principais tradições filosóficas – Confucionismo, Taoísmo e Budismo Chinês – são repudiados como filosofias. Para grande parte da academia brasileira, a filosofia é apenas européia e ocidental. Não existiria filosofia fora dessa tradição. Os pensadores brasileiros não conseguem compreender os conceitos do pensamento chinês; e por não compreenderem, o refutam. Essa não é uma postura que se espera de um filósofo. Mas os pensadores brasileiros temem que seus anos de aprendizado sejam destruídos por essas teorias ‘estranhas’, que existem há séculos. O pensamento chinês, com sua riqueza, surpreende de maneira desagradável aos pensadores brasileiros.
  
São religiões?

Uma saída para os acadêmicos brasileiros é dizer que as tradições filosóficas chinesas não são filosofias, mas são religiões. Por essa razão, não seria academicamente interessante estudar a China no curso de História ou Filosofia. Há um erro grotesco nessa afirmação. Grande parte dos pensadores europeus eram cristãos ativos – alguns, inclusive, viraram santos. Separar a filosofia européia da religião é tão artificial como dizer que o pensamento chinês é somente religioso, e não filosófico. Nesse momento, os pesquisadores brasileiros passam da ignorância passiva (por não conhecerem o pensamento chinês) para uma ignorância ativa – o preconceito – que classifica o pensamento chinês de modo arbitrário. Mesmo assim, as filosofias chinesas representam um desafio às categorias de classificação ocidental. Podemos dizer, por exemplo, que o Budismo tem características religiosas; mas o Budismo se divide em linhas absolutamente diferentes entre si, cada uma com seu credo específico. Que religião seria essa, portanto, que não tem um credo único? O Confucionismo também costuma ser classificado como religião; mas como essa doutrina pode ser uma religião, se um estudante confucionista pode praticar ‘outras religiões’ livremente? É muito difícil para os intelectuais brasileiros compreender que o Confucionismo é uma doutrina social e política que não depende do Deus cristão para existir.

O estudo das filosofias chinesas poderia ser bastante enriquecedor para a formação intelectual dos brasileiros, por mostrar outras possibilidades de pensar. Livres da dependência do pensamento eurocêntrico, poderíamos elaborar formas mais complexas e autônomas de pensar. Os brasileiros só teriam a ganhar conhecendo outras formas de pensar diferentes das européias e americanas, com as quais estão acostumados.

Para isso, porém, seria necessário vencer a barreira do preconceito. O Brasil é o maior país católico do mundo, e a maioria da população é cristã. Se os brasileiros não se interessam pelas filosofias asiáticas, em nível acadêmico, eles temem mais ainda quando essas filosofias são tratadas como religiões. O debate se desloca do campo intelectual para o campo da fé – onde, justamente, o debate é ainda mais difícil. Não são raros os brasileiros cristãos que tem uma grande vontade de ir para China em missões religiosas. Eles acreditam que devem converter os chineses ao cristianismo. Muitos fanáticos acreditam que as filosofias chinesas são formas perniciosas de religião, e que deveriam ser proibidas ou restringidas.

São práticas esotéricas?

Para complicar ainda mais esse panorama, os brasileiros que se interessam pelas filosofias chinesas costumam, em geral, acreditar que elas são religiões. Decepcionados com um cristianismo repressor e distante, muitos brasileiros têm abraçado o Budismo. Já existe, no Brasil, uma rede de templos de Budismo Chinês. Um desses templos, inclusive, forma sacerdotes budistas brasileiros. Em menor número, já existem praticantes do Taoísmo religioso no Brasil, organizados em grupos bem estabelecidos. Mas não essas instituições religiosas, sérias, a que me refiro. Falo de uma atração superficial e incompleta, derivada das práticas esotéricas.

A atração do pensamento chinês é causada pela motivação religiosa. Praticantes de artes marciais, terapeutas de medicina chinesa, curandeiros, 'multimantes' [que fazem oráculos em cartas, Ijing, búzios, etc], ou mesmo aqueles sem religião definida – classificados como ‘esotéricos’ – se dedicam a aprender práticas e idéias do pensamento chinês de maneira desorganizada e superficial. Sem conhecer de modo profundo esses sistemas, os esotéricos abordam o pensamento chinês de forma estereotipada e salvacionista. Buscam nos chineses o que perderam na crença cristã, ou o que não compreenderam nas filosofias ocidentais.

A abordagem esotérica costuma ser confusa. Com exceção dos bem organizados templos budistas e taoístas, a maior parte dos estudiosos é amadora, e tende a misturar tradições diversas sem cuidados teóricos ou metodológicos. Os esotéricos acabam repetindo os mesmo preconceitos da academia, mas ao contrário: eles acreditam numa presença divina unificante no mundo (a Sophia Perennis, do pensador suíço Frithof Schuon(1907-88)), e entendem que indianos, chineses e japoneses falam as mesmas coisas. Esse conhecimento estava ‘oculto’ do mundo ocidental, e é ‘revelado’ aos ‘iniciados’ que buscam a ‘sabedoria oriental’. Essa ‘sabedoria oriental’ é um caminho para a ‘verdade total’ que existe no mundo.

Não é necessário muito esforço para perceber que a abordagem esotérica está equivocada. Ela não ajuda no conhecimento aprofundado das filosofias chinesas, e desconhece os elementos básicos da história e dos conceitos do pensamento chinês. Todavia, o esoterismo é uma porta aberta ao conhecimento do outro; e alguns pesquisadores sérios começaram, muitas vezes, em práticas esotéricas, antes de despertarem para a necessidade de aprofundamento.

No Brasil, as casas esotéricas são amplamente difundidas, oferecendo cursos básicos de saberes chineses: budismo, taoísmo, massagem chinesa, artes marciais, astrologia chinesa, meditação, etc. Se por um lado elas contribuem para uma divulgação da cultura chinesa, por outro, não ajudam a esclarecer as questões mais profundas relativas ao pensamento chinês, nem resolver o problema ‘filosofia versus religião’.

Possibilidades

Esse panorama mostra um amplo conjunto de dificuldades que os brasileiros têm para descobrir as tradições filosóficas chinesas de forma séria e acadêmica. Por outro lado, alguns caminhos estão surgindo espontaneamente, e podem oferecer possibilidades futuras para esse debate.

O primeiro deles é o interesse despertado, nos brasileiros, pela interpretação do Marxismo feito pelos chineses. O modelo econômico bem sucedido, e a demonstração de que o comunismo poderia ser viável no mundo moderno, chamou a atenção dos intelectuais comunistas brasileiros. Nesse ponto, os pesquisadores brasileiros procuram entender que modificações teóricas e práticas foram feitas pelos chineses, de modo que o comunismo sobreviveu e se desenvolveu na China. Tais mudanças, que partiram de um pensamento chinês autêntico e autônomo, abrem a perspectiva de que é possível olhar o mundo de formas diferentes. No caso do comunismo chinês, são essas diferenças de percepção chinesa que o ajudaram a se desenvolver.

Isso provaria que as formas de pensar européias não são perfeitas. O capitalismo levou ao imperialismo; o nazismo levou a grande guerra mundial; e o marxismo ‘acabou’ na Europa. No entanto, o modelo chinês mostrou que é possível corrigir os erros e desvios do marxismo, criando um sistema duradouro. Obviamente, a admiração brasileira pelo modelo chinês ainda oscila bastante. No texto “Reinventando o Doutor Fu Manchu”, discuti alguns desses aspectos contraditórios de como os brasileiros olham os chineses. Com isso, não podemos afirmar, igualmente, que esse novo modelo econômico e político chinês seja isento de falhas. A questão fundamental, aqui, é que a experiência chinesa é tão válida a título de exemplo para nós como as experiências européias. Num exame abrangente de orientações políticas possíveis para o futuro, pois, a análise do caso chinês deve ser obrigatoriamente inserida no âmbito dessas propostas. E, como afirmamos antes, é justamente o diferencial na reinvenção do marxismo chinês que pode nos levar a compreender as nuanças e modificações operadas pelos mesmos a partir de um sistema tradicional de pensamento.

Outro caminho apontando, e bastante diferente do primeiro caso, é a possibilidade de desenvolver uma compreensão maior do pensamento chinês pela via dos ‘estudos religiosos’. Embora esse caminho seja contaminado pelo debate religioso, o campo de estudos da ‘história das religiões’ e da ‘filosofia das religiões’ tem crescido no Brasil. O desenvolvimento dessas áreas está presente dentro das universidades brasileiras, já que nos últimos anos, questões religiosas tem se tornado, no Brasil, alvo de grandes polêmicas jurídicas e políticas. A sociedade brasileira, dividida entre o desejo de ser diversa e tolerante, ou restrita e preconceituosa, tem se envolvido de modo atuante no debate dos problemas religiosos.

Esse aprofundamento, se bem conduzido, poderá levar a um conhecimento maior das tradições filosóficas chinesas. É necessário, antes de tudo, abrir uma porta. Somente o estudo sério e aprofundado permitirá compreender a complexidade do pensamento chinês, suas diversas escolas, e depurar seus aspectos realmente religiosos dos filosóficos. Talvez esse caminho possa abrir novos campos, dentro da academia, para o estudo sério das tradições chinesas.

Por outro lado, ela ainda significa um desvio. Novamente, parece ser necessário ‘sacralizar’ o ‘pensamento oriental’ para depois desconstruí-lo. Essa desconstrução pode abrir três frentes diferentes: uma, que reformularia e expandiria o próprio campo da história das religiões, em termos conceituais e metodológicos; a segunda, que permitira uma abertura para a re-compreensão do pensamento chinês [e asiático] como uma teoria filosófica, estendendo as possibilidades de abordagem sinológicas em campos diversificados e interdisciplinares; por fim, a terceira, implicaria em estabelecer uma nova forma de repúdio preconceituoso contra o pensamento chinês [e asiático], classificando-o como uma forma menor de religião – e consequentemente, de forma de pensar – por não ‘enquadrar-se’ nas categorias ocidentais. Discutimos essas questões, e devemos ter em mente que elas podem ser usadas, mais uma vez, para delimitar fronteiras de alteridade.

Uma terceira possibilidade surge no diálogo estabelecido pelo campo das relações internacionais. O campo diplomático, por força de seu exercício, obriga-se ao desenvolvimento de corpos qualificados em línguas e culturas. Alguns especialistas nesse campo ocasionalmente compartilham seus saberes com a sociedade; todavia, a manutenção de suas especializações é o que garante, igualmente, o seu emprego. Numa sociedade como a brasileira, em que a hierarquia de saberes e poderes definem radicalmente as posições sociais, a tentação para se criar uma reserva nesse campo é grande. Além disso, é preciso que haja uma política pública interessada em formar quadros capacitados; mas a abolição [recente] dos requisitos de domínio de línguas para a função diplomática deu um duro golpe nessa expectativa.

Por fim, há a frente aberta pelos recém criados cursos de língua chinesa no país, por meio da bem estabelecida rede do Instituto Confúcio. O aprendizado de outros idiomas envolve sempre um aprofundamento nas suas culturas de origem. Essa oportunidade é excelente, se o foco dos cursos, porém, escapar a velha prática utilitarista brasileira. Não é errado conceber um curso de línguas para formar especialistas em negócios; mas os brasileiros têm, por costume, uma visão superficial do aprendizado de idiomas. Nossa cultura costuma tratar idiomas estrangeiros como simples ferramentas de comunicação, sem entender que há uma série de conceitos que os constituem. Isso impede um maior aprofundamento e compreensão não apenas da língua, mas também da cultura – e nisso, nos tornamos sempre falantes imperfeitos, incapazes de estabelecer uma comunicação mais aprofundada com o outro. Nesse sentindo, o estudo de chinês é um desafio saudável a nossa própria alteridade egocêntrica; e somente se a vencermos, poderemos começar a compreender os outros numa maior amplitude. Esse caminho fatalmente conduz a algum tipo de conhecimento sobre o pensamento chinês, o que é uma excelente perspectiva, se for bem aproveitada e escapar aos modismos ou a superficialidade.

A questão da recepção do pensamento chinês nos mostra, portanto, que a globalização está longe ainda de permitir trocas culturais amplas e definitivas. O Brasil é um caso claro de como a sociedade, e os intelectuais, podem ser resistentes à idéia de mudança. Em função da falta de conhecimento sobre a China e a Ásia, os brasileiros sofrem para compreender o restante do mundo. No entanto, o estudo filosófico é como a transformação da borboleta: ele exige meditação, esforço e conhecimento. Somente quando os brasileiros compreenderem o casulo intelectual no qual estão presos, poderão se libertar. E as filosofias chinesas, tão diferentes do pensamento brasileiro, servem justamente para criar esse impacto perturbador. Somente a diferença poderá ajudar a crescer. A mudança é necessária. Ou, como disse Mêncio: “O grande fim da ciência não é outro senão o de procurar a inteligência perdida”.

Referências:
BUENO, André. Reinventando o Doutor Fu Manchu. 2013 Disponível em: http://sinografia.blogspot.com.br/2013/04/reinventando-o-doutor-fu-manchu.html  
BUENO, André. O problema do pensamento asiático. In Crítica na Rede. Lisboa, 2004. Disponível em:
http://criticanarede.com/his_filosofiaasiatica.html

BUENO, André. O que á a filosofia chinesa? In Crítica na Rede. Lisboa, 2004. Disponível em: http://criticanarede.com/fil_china.html

CHENG, Anne. História do Pensamento Chinês. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. (‘Histoire de la pensée chinoise’, 2002)
GRANTE, Marcel. O Pensamento Chinês. São Paulo: Contraponto, 1997. (‘La pensée chinoise’, 1927)

JULLIEN, François: Diálogos das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. (‘De l'universel: De l'uniforme, du commun et du dialogue entre les cultures’, 2011)

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USARSKI, Frank. O dharma verde-amarelo mal-sucedido - um esboço da acanhada situação do Budismo in Estudos Avançados, vol.18 n.52 São Paulo, 2004. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40142004000300019



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