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Da Missão, do Tempo, do Homem

Alguns afirmam que nossa vida vai até os sessenta anos. Isso porque, aos trinta, nosso corpo começa a se acalmar, o vigor físico vai sendo substituído pela experiência, e assim vivenciamos o momento crucial da transição.

Outros defendem que a vida vai até os noventa anos; até os trinta, vivemos a ascensão yang - até os sessenta, o equilíbrio, e depois, a fase yin, de dissolução.

Mais uma teoria diz que vivemos o quanto nosso corpo está propenso, e assim, o tempo é imprevisível.

Todas estas idéias sofrem variações, segundo nossa disposição em cuidar mais ou menos de nosso corpo e nossa mente - e particularmente não defendo nenhuma delas em específico.

A questão é que, depois dos trinta, nos transformamos. Confúcio atingiu a maturidade nesta época, e se preparou para seu futuro de sabedoria, porém cheio de aventuras. Perceber essas mudanças pode aflingir uma pessoa, e o pavor da morte ou da doença pode tomá-la. Este, no entanto, é um engano pessimista. Se chegamos aos trinta, é porque já vivemos metade da vida, estamos somente a um terço ou ainda, superamos o imprevisível. Por esta razão, o sábio busca o caminho toda manhã, para poder morrer em paz a noite. Mas há tempo para isso? Melhor que se escreva, então.

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